Que 2012 seja igual e você seja diferente.
Que você seja preto, branco, pardo e amarelo. Escute Rock, Samba, Reggae e até Funk. Veja Woody Allen, Fernando Meirelles e quem sabe um Michael Bay. Vista quadriculado, florido, listrado ou nada. Siga em frente e pare. Vire e volte. Comece e não termine. Escreva e apague. Seja o prisioneiro e o que prende. 2012 de rótulos. Brahma, Skol e até Kaiser. Leia Crime e Castigo e Crepúsculo. Seja nostálgico e inovador. Genial e comum. Simples e um pouco complicado. Seja diferente de você mesmo.
E ser diferente será a única coisa que teremos em comum.
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2012 desigual
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Quando o chão era mais perto
Quando o chão era mais perto
Qualquer portão era gol
Toda latinha era bola
E meio fio era banco
Quando o chão era mais perto
Toco era taco
Papel era avião
E poça era piscina
Quando o chão era mais perto
Qualquer pedra era lápis
Toda cuca voava
E o céu era aqui
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Versão Brasileira – I Want You
No segundo post da série Versão Brasileira, a gente relembra o primeiro disco do Skank.
Nesse álbum de estréia, a faixa chamada “Tanto” é a versão brasileira de uma música de um dos maiores músicos de todos os tempos, Bob Dylan.
A versão do Skank foi feita por Chico Amaral que manteve muitas das características originais da letra.
“I Want You” foi lançada por Bob Dylan em 1966 no disco “Blonde on Blonde” (considerado um dos álbuns mais importantes da história) e até hoje continua sendo relançada por vários artistas.
Tanto – Skank
I Want You – Bob Dylan (Cenas do filme “I’m not there” que conta partes da vida de Bob Dylan, com vários atores e narrativas diferentes)
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Versão Brasileira – Viernes 3 am
Durante os anos da faculdade, apesar de sempre falarmos muito de cinema, fizemos bastante trabalhos voltados pra música.
Um deles tinha uma proposta bem legal. Mostrar músicas nacionais que são versões de músicas gringas, muitas até desconhecidas por muita gente (inclusive por nós que descobrimos bastante pesquisando).
Como ainda tenho aqui anotado cada uma e seus textos, vou utilizá-las no blog com o mesmo nome do trabalho “Versão Brasileira”.
Nesse primeiro texto vou falar da música Viernes 3 am que é a 8ª faixa do “disco” Hey Na Na dos Paralamas do Sucesso.
Essa música foi composta por Charly Garcia, vocalista da banda de rock Argentina chamada Serú Girán, criada após uma visita de Charly ao Brasil que se encantou com a música popular brasileira, em especial a banda Mutantes.
Uma música muito boa nas duas versões!!
Viernes 3 am – Paralamas do Sucesso:
Viernes 3 am – Paralamas do Sucesso:
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De novo e de novo…
Acho que todo mundo já fez alguma coisa um dia e percebeu repentinamente quer era bom naquilo. Não por olhar e falar “Bicho, eu sou bom”, mas pelo retorno que recebe das pessoas.
Inevitavelmente você segue fazendo outras coisas que sem querer (ou não) são parecidas com aquele primeiro sucesso.
Chega a ser uma fórmula pronta, fácil de aplicar e com certeza de aceitação.
Porém, isso não tem vida longa. A repetição causa o desgaste, o afastamento, a rotina…. Será?
Provo por A + B que isso não serve pra todos os casos.
Pegue ai um jovem, um rapaz ou já um senhor. Arrume um terno(de preferência marrom), uma máquina de escrever, algumas pílulas, um divã, uma dose cavalar de neurose, retire a fé, coloque alguns livros, filosofia, ficção, alguns filmes antigos, um pouco de blues e jazz, algumas ex-namoradas e pronto.
Só com esse personagem te garanto 20 anos no mínimo de histórias engraçadas, emocionantes e incrivelmente supreendentes.
Não acredita? Ta aí a prova:
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O cara estranho
Lá vem ele de novo.
Mais um cd que promete.
Já gostei da primeira. Mês que vem tem o resto.
Aponta pra fé e rema.
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Construção – Julinho Bittencourt
Segundo episódio do programa feito para o TCC desses amigos de bar que escrevem aqui no dose.
Programa de 3 minutos que tem como proposta mostrar um compositor explicando e contando curiosidades sobre uma determinada composição de sua autoria.
Nesse episódio:
Julinho Bittencourt – Compositor, cantor e instrumentista.
Música – Vila Belmiro.
Site:
http://www.myspace.com/julinhobittencourt
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Construção – Kennedy Lui
Primeiro episódio do programa feito para o TCC desses amigos de bar que escrevem aqui no dose.
Progama de 3 minutos que tem como proposta mostrar um compositor explicando e contando curiosidades sobre uma determinada composição de sua autoria.
Nesse episódio:
Kennedy Lui – Vocalista da banda Zebra Zebra.
Música – Roupas Novas Também Mofam.
Site da banda:
http://www.zebrazebra.com.br/
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If you’ll just Smile
Fazer sorrir e chorar são duas reações distintas que se pode esperar de seu público.
Tanto no teatro, na música, no cinema, etc… essas duas reações são medidores de aceitação.
Porém riso nem sempre é comédia e choro nem sempre é drama.
A arte de combinar esses elementos é o que torna qualquer produto especial.
Existem inúmeros filmes que provavelmente te fizeram chorar, porém poucos te fizeram chorar rindo e vice-versa.
Essa qualidade pertence aos poucos e bons. Pra algumas pessoas isso pode não ser o significado de um filme ou música que lhe agrade, mas convenhamos que é genial.
E essa mistura não tem nada de nova. É de uma geração muito mais ligada a emoções do que a nossa.
Chaplin já fazia isso em seus filmes (“Tempos Modernos”), inclusive já até compunha (“Smile”).
Cartola já cantava isso (“Quem me vê sorrindo”).
Wooddy Allen já gravava isso (“Rosa Púrpura do Cairo”).
Dos tempos atuais, lembro de poucos com essa qualidade.
Talvez um “Pequena Miss Sunshine” ou “Onde Vivem os Monstros” ou até “Up”.
Na música atual, poucos me veêm à cabeça. Talvez aquela “Sentimental” do Amarante.
Acho que ando vendo poucos filmes e escutando a playlist errada.
Ou, quem sabe, estamos precisando de mais sentimento nesse nosso “tempo moderno”.
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Retalhos de Stretch
Acabei de ver o filme “A Mentira”.
Sei que não sou tão velho assim, mas acredito que os mais novos (do que eu) não fazem a menor ideia da homenagem que é esse filme.
Não é uma obra de arte, mas é um presente aos “oitentões”. Uma homenagem de telespectador para telespectador.
Está ali um pouco de cada filme que marcou a década de 80. Em cada citação, em cada detalhe (até o “moicano” do chuveiro de Ferris Bueller está lá).
Impossível não terminar o filme com vontade de rever um a um, de escutar cada música.
Fica ai uma dica nostálgica para cada orfão de John Hughes.
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