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Destro ou Canhoto?

17 jan

Uma tremenda babaquice é esse negócio de Direita e Esquerda, em se tratando de visão política.

Não consigo pensar como pensam a maioria dos partidários políticos, ou partidários da política. Esse negócio de Direita e Esquerda é um verdadeiro pé no saco. Ou um verdadeiro qüiproquó.

Conheço algumas pessoas que têm esse discurso. Eles dizem que são de esquerda, usam camisa do Che Guevara, sandálias de renda e fumam Maconha(alguns). Pois bem!!!

Che Guevara, segundo consta no livro Guia politicamente incorreto da América Latina, odiava artistas, drogas e era categoricamente Homofóbico. Se Che fosse vivo, ou se analisarmos seu discurso e suas atitudes, elas são dignas de um sujeito ativo da direita. Mas os sujeitos com viés direitista que conheço, não são adeptos do Che Guevara. Ô loco meu!!

Os esquerdistas, com seus discursos fortes e veementes, são tão e às vezes mais radicais que os direitistas. Ora, como um sujeito acusa um de ser radical sendo tão radical como o outro. Que P…

Não entendo nada mesmo.

Um amigo meu se diz da esquerda. Camisa do Che, barba, já foi bicho-grilo, odeia as autoridades, odeia tudo, resumindo. Porém, ele esquece que odiando todo mundo como ele… Está agindo da mesma forma como agem àqueles a quem ele odeia (direitistas, Bolsonaros e tal). Como é que a gente, leigos que somos, iremos nos posicionar?

Destro ou canhoto? Com qual mão escrever?

Eu tenho um modo peculiar (ou não) de pensar. Simplesmente não sou radical. Não confio em nenhuma ideologia, ainda mais em se tratando de coisas políticas, onde o interesse próprio está acima de qualquer coisa. Tudo tem o lado legal e o ilegal (ou imoral).

O que de fato me incomoda são os discursos antiquados que vemos espalhados por aí. Aquele monte de gente se achando hippie e falando as mesmas coisas que falavam há 30 anos (estudantes da USP, por exemplo), ou àqueles que falam sobre o perigo da esquerda, dos vermelhos, comunistas, e blábláblá. Isso acabou!

Não tem mais vermelho e não tem mais verde. O inimigo agora é outro.

Ah! Outro detalhe: PT e PSDB é a mesma merda.

 

O nosso é melhor!!!

18 set

O que é nosso é sempre muito melhor do que o dos outros, pô! Como vou falar que o filho do outro é mais bonito que o meu?

Ou que o cachorro do vizinho é mais inteligente que o meu, só porque late mais? Nunca, o meu é mais silencioso, isso sim é melhor.

Quando não tiver resposta técnica para fazer o nosso ser melhor, a reposta que eu dou é esta: é melhor porque é nosso, pronto.

Assim aconteceu recentemente quando vi o ótimo filme O homem do futuro, eu, fã de carteirinha da trilogia De Volta para o futuro, eu, cria da década de oitenta e defensor do que é nosso, não pude deixar de me sentir Vingado pelo excelente diretor, Cláudio Torres, quando vi o personagem de Wagner Moura viajando pelo tempo e dando um baile na obra Zemeckis, sim! Dando um baile, aquilo é que é viagem no tempo.

Viajar no tempo num carro é fácil, quero ver numa máquina daquelas, toda prateada, toda diferente!!!

Pô!

Continuando na minha defensoria das coisas que são nossas, ontem, na festa de encerramento do 9º Curta Santos, fiquei, claro, extremamente desiludido, no mínimo tínhamos que ter ganho uns dez prêmios, analisando ali por baixo.

Melhor filme tinha que ser o nosso!
Melhor diretor? O nosso deu de dez a zero nos outros.
Melhor ator e atriz? Se os nossos fossem a Canes seriam ovacionados.

E assim por diante a justiça seria feita… Roteiro, Fotografia, Montagem, Som e tal!!!

Tudo nosso!!

Acho que vou de novo ao cinema ver o excelentíssimo O Homem do Futuro e logo em seguida ver o razoável De volta para o futuro, para me sentir melhor de novo… Esse Curta Santos me deixou revoltado.

E viva o nosso!!!!

P.S.: Este texto representa a opinião do autor e não a opinião geral do site.

 
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Amarrei meu balanço nos galhos desta árvore

17 ago

Não é pra entender e ponto.

Fui assistir essa semana o filme A Árvore da vida, aí, como todo mortal mal acostumado, saí da sala me perguntando: Que P..!!

É! Após o filme você necessita de alguns minutos de reflexão, ou algumas horas, dias, sei lá.

No meu caso, só consegui engolir depois de ler algumas coisas aqui na net sobre o tema, claro, sou desinformado, não manjo de filosofia (mesmo adorando), não manjo de religião (mesmo gostando do tema), não manjo de cinema (mesmo se metendo a manjador, de filme), não manjo da vida (mesmo tendo 30 e poucos e alguns achando que tenho séculos), não manjo da morte (mesmo lendo coisas a respeito)… Ou seja, não tenho bagagem pra encarar o filme de frente.

O filme de Malick não deve ser compreendido da forma que compreendemos os filmes habituais, o carinha tem uma família, o filho morre, eles se perguntam o porquê daquilo, surge o Superman, do nada, e explica tudo, a gente entende a explicação do Superman e vai pra casa feliz, achando que viu o melhor filme de todos os tempos.

No caso de Malick o buraco é lá embaixo.

Não tem compreensão. Não tem o que entender.

O filme, não passa de uma divagação sobre a vida, sua origem e tal. Malick usa a família protagonista para mostrar um pedacinho da confusão que é esse troço. Vai desde o Big Bang, passando pelos Dinossauros, depois pelas baleias, depois não sei por onde, até chegar aos dias de hoje, e os dias de hoje é representado pelo Sean Penn, que passa o filme perdido em pensamentos, pensando no seu passado, na sua existência…

É um filme sobre a existência e como a existência é algo desconhecido e incompreensível o filme também o é.

Eu adorei o Além da linha vermelha, outro filme de Malick, este tem o mesmo estilo fotográfico, planos seqüências, câmera que passa pelo ator e continua rumo ao infinito… Ele te deixa ao mesmo tempo, perto e longe da situação que está nos mostrando, ao passo que te coloca dentro da situação com a câmera balançando, ele te distancia do enredo fazendo a câmera passar batido pelo personagem, indo, indo e te deixando num lugar mais seguro, meio longe dali.

É bonito demais tudo isso. É sensacional ver algo de te faz pensar, e pensar e pensar…

Foi isso que A Árvore da vida me causou. Vou amarrar meu balanço nesses galhos e ficar por aqui.

 
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Nosso queridíssimo Chato de plantão

12 jul

Sabe aquele cara que toda vez que te vê conta à mesma história? Ou a mesma piada?

Os típicos chatos de plantão.

Pois é!

É sobre um desses chatos, que sempre nos contam a mesma história, que falarei agora.

Esse nosso chato é tão chato que sempre é indicado ao Oscar e nunca vai receber… Dizem que prefere tocar jazz em um bar a ir à festa. Mesmo assim já venceu quatro vezes… Chato da melhor qualidade, diria.

Recentemente vi dois filmes do nosso querido chato Woody Allen, Meia-noite em Paris e mais recentemente Dirigindo no Escuro. Dois filmaços!!

Porque pensei na coisa do chato?

Vendo estes dois filmes pensei: Caramba… Todos os filmes dele são iguais e mesmo assim a gente adora né? Por que será, hein?

A resposta dever ser: Porque o cara é um gênio, oras. Só pode.

O mesmo personagem de sempre. Um cara (geralmente escritor), hipocondríaco, depressivo, tímido ao estremo, desastrado, todo complexado, cheio de manias, etc. Acho que em 95% de seus filmes o protagonista é assim… E quando ele mesmo interpreta fica melhor ainda.

Em Meia-noite em Paris Owen Wilson interpreta (muito bem) um escritor em crise de inspiração e blábláblá… Em Dirigindo no Escuro, o próprio Woody interpreta o mesmo
personagem… Até parece aqueles filmes seriados, A pantera cor-de-rosa parte I, II, III… Porém… Porééém… Com uma diferença genial… Todos estes filmes, com estas histórias semelhantes, são ótimos, cada uma com uma particularidade… Uma piada nova, claro que, com os mesmos temas, piada com judeu, latinos e etc. Marca do humor do nosso querido chato.

Woody é o cara que toda vez que nos encontra conta à mesma historia e mesmo assim faz a gente morrer de rir e aguardar ansiosamente a próxima história igual às outras, para podermos rir das mesmas coisas.

É incrível a capacidade deste cara!!

Para quem ainda não viu, indico Meia-noite em Paris, que ainda está num cinema perto de você.

Se não quiser ou não puder ir ao cinema, alugue este brilhante Dirigindo no escuro, é gargalhar do começo ao fim.

 
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Fogo cruzado

23 mai

Elas de um lado, nós de outro.

É sempre assim, Elas lá e nós aqui.

Elas falando em casamento, nós falando de nada. Ríamos do nada, elas brigavam com a gente, brigavam do nada!

Casamento é assunto sério pó!

Aliança, apartamento, Caixa, Planta, conta, moto, carro, idade… E desce mais uma.

Tomando cerveja o assunto rende, a risada aumenta pro desespero de uns e felicidade de outros.

Elas lá, nós aqui, sentados em cruz, me senti assim, crucificado. Pregado.

Porque será que a gente não gosta de falar em casamento?
Porque será que elas…?

Mas é bom né?

Eu sou meio ruim pra fazer contas e planos. Não sei multiplicar, somar e pra dividir me enrolo com o resto. Só sei subtrair… Ah! Isso eu sei, até com número grande. Sobe um, desce um, corta outro… vixi! Tirar é fácil.

Pra quem pretende casar, subtrair é assunto delicado. Tudo é assunto delicado, afinal.

E ó, serei sincero… O que seria de nós sem elas hein?

 

Querido diário. Anotações das belas noites vividas.

01 mai

Que final de semana hein?

Quinta-feira, acompanhado das melhores companhias, subimos o vale, rumo à Capital e fomos ver o Show (maravilhoso) do Marcelo Camelo, show perfeito, noite iluminada, lançamento do delicioso CD “Toque Dela”, disco recém lançado e já com suas letras decoradas. Público, em coro, cantando junto do ídolo. É bonito demais presenciar e se deliciar com tudo aquilo.

Sexta-feira passou batida. Trabalho, sono e à noite só restou uma coisa. CAMA.

Sábado. O dia, ou melhor, a noite! E que noite. Acompanhado da MELHOR companheira, subimos, novamente o vale do milagre (apelido carinhoso), seguimos rumo à Capital. Dessa vez a missão era outra, assistir ao Show do Marcelo Jeneci. Acordamos no Sábado ainda ressacados do cansaço da Sexta e até ao meio-dia ainda não sabíamos o que fazer. Quando usando o tal do Facebook, vi as fotos do show do Jeneci, da noite de sexta, belas fotos, lindos depoimentos. Liguei para a supercompanheira Miliani e decidimos em poucos segundos ir. Ela comprou os ingressos e marcamos, 17h. Show começaria às 21h, daria tempo para um sorvete no Parque.

Noite.

Ao chegarmos no parque a surpresa já deu o ar da graça. Logo na chegada nos deparamos com o Astro da noite, o próprio Marcelo Jeneci chegando para a passagem de som, todo atrasado, cheio de sacola mas mesmo assim deu tempo de um “Olá”.

21h. O auditório foi testemunha de um evento maravilhoso, assim como acontecera na Quinta, quando o público cantou em coro, junto do ídolo todas as canções do recém lançado disco, neste o caso foi mais grave. Marcelo Jeneci lançou seu PRIMEIRO disco, ainda não toca em rádios ditas POP’s, e nem foi no Faustão, ainda pertence ao dito cenário underground paulista, mas mesmo assim, o auditório cantou junto, todas as canções do disco “Feito pra acabar”, ao som delicioso do piano, revezando com seu acordeom e tudo isso pontuado pela belíssima voz de Laura Livieri, Marcelo Jeneci deu um verdadeiro show. Em êxtase a plateia deixava o artista tímido, os aplausos incessantes não deixavam as músicas terem fim. Ainda desacostumados à euforia avassaladora das multidões, Marcelo e Laura ficavam perplexos, olhares que se cruzavam durante o show, olhos que diziam: “o que tá acontecendo?”. É meu caro e minha cara! O que acontece, é que vocês são geniais e nós, daqui da plateia não temos outro meio de demonstrar nossa gratidão a não ser aplaudir, muito e muito. Nosso aplauso é nosso meio de dizer Obrigado.

E foi assim meu fim de semana, querido diário.

 

Carta ao amigo

18 abr

Segundo o Houaiss (amigo meu), Espelunca significa; lugar mal freqüentado, sujo, sem conforto. Parabéns ao meu amigo… Agora eu pergunto ao Hau (como o chamo), e o que significa Spelunka?

Deu pane né?

Geralmente dá pane em todo mundo mesmo. Explicarei a você velho amigo.

Spelunka é um lugar, que parece a casa dos nossos avós (embora eu não tenha tido isso), sabe? Lugar bom!

Aquele lugar que, sem você entender, você se sente bem.

Assoalho de mandeira, parede cheia de coisa pendurada, cheirinho de coisa velha, delícia!!

É isso Hau! Spelunka é isso. Coisa boa, que faz a gente lembrar do que é bom. Mas Hau, amigo, esse lugar não existirá mais a partir de Maio deste ano. O que faço?

Ao contrário do teu Espelunca, Hau, o meu é bem e muito bem freqüentado, limpo, e confortável o suficiente pra você pensar que está em casa, na sua sala!

Foi lá Hau, que vi, pela primeira vez um artista genial da nossa região Bruno de La Rosa, acho que não é do seu tempo, aliás, de que tempo ele é? Nem ele, o Bruno, sabe Hau! Nem ele!!

Foi nesse lugar, caro amigo, que Sábado este, presenciei uma noite genial, eu e meu povo fomos assistir Bruno cantar e nos despedir da casinha, e qual não foi nossa surpresa?

É Hau, você perdeu, houve uma enxurrada de talentos lá! No intervalo do Bruno tivemos a honra de ouvir Julinho Bittencourt, sabe Hal? Sim, ele mesmo, esse você conhece.

Pois é amigo, meu Sábado foi isso, Julinho subiu no palco, cantou umas quatro músicas, a visita que estava na sala da casinha não acreditou no que via, aplaudiu de pé, o dono da casinha, pessoa gente fina, Fred, ficou visivelmente emocionado. O artista da noite, Bruno, ficou extasiado (palavras dele próprio). E a gente Hau? Imagina a gente, pobres mortais??

Foi uma loucura! Eita Sábado delicioso, excelentemente acompanhado, vendo coisas inacreditáveis, Hal, faltou você meu velho!

Fomos embora e fiquei sabendo que teve outras participações a Lua cantou também … Caramba Hal, deveríamos ter ficado mais um pouco.

É isso! Spelunka, lugar bom, fechará dia 30, quem viu, viu, quem ainda não viu tem até o fim desse mês para conhecer isso tudo que eu disse e torcer para ter visitas ilustres, como as que presenciei.

 

Acabou! pelo menos por enquanto.

23 mar

Depois do furacão de Sábado (baile de gala da formatura) onde todos nós bebemos, dançamos, alguns colocaram pra fora os seus males, ontem foi dia (noite) de colar. Juramos, cantamos o hino, falamos, ouvimos, choramos, homenageamos e fomos homenageados.

Agora é sério, acabou a vera!

Fiquei feliz, confesso que surpreendido com a união da turma. Não esperava algumas atitudes que vi.

Puro preconceito meu, claro. Mas esse preconceito era baseado nos quatro anos juntos, nesses anos de convivência. Ontem foi diferente.

Vi minha turma com outros olhos.

Saí de lá feliz. Emocionado.

Ficou a esperança de que a história não terá um final, pelo menos, não agora. Agora é torcer por todos, torcer pela realização dos sonhos deles, dos meus e tal!

Feliz é isso. Fiquei feliz.

 

Sobre as coisas todas.

17 mar

O último vínculo será quebrado, a última linha, fina, tênue que nos une será rompida neste final de semana.

Nossa Formatura!

Dali pra frente é, mais do que nunca, cada um por si. Uma pena sim, claro, poderia ser diferente, mas se analisarmos de perto… Não haveria de ser diferente.

Durante quatro anos de curso, poucas afinidades surgiram, essas poucas são fortes, ainda bem. Mas são poucas.

Esses dias, andando na rua vi um cabra, minha idade, que estudou comigo o primário inteiro, dividimos inúmeras experiências e tal, passamos um pelo outro sem se quer nos olhar.

Normal né? Estranho também né?

E daqui a alguns anos? Quando eu passar por algum colega da faculdade, dos quatro anos juntos, será que nos olharemos?

Será que terá um: Opa!
Será que terá um abraço?
Aperto de mão?

Não! Não terá, tenho certeza, seremos mais um na multidão, como éramos antes dos quatro anos juntos!

A Culpa não é dos outros, é minha também, afinal. Eu posso mudar isso. Mas e o desconforto que poderei causar?

Ei! Lembra de mim? Estudei contigo e blábláblá…

E a pessoa diz: Ah, lembro sim, estudamos juntos mesmo… E aí?

Complicado esse troço de relações humanas. Complicado porque no fundo no fundo, somos adversários, é guerra, é sobrevivência, é cada um por si mesmo.

Será?

Vamos esperar pra ver.

 

Cisne Negro

11 fev

Essa semana passei pelo blog do Zeca Camargo no globo.com e nele, Zeca falava sobre o filme Cisne Negro, o texto, era dirigido às mulheres, ele dava dicas de como convencer seus acompanhantes a assistirem o filme de Ballet.

Porque macho que é macho assiste Velozes e Furiosos.

Aí pensei!!!

Será que sou viado?

Por que digo isso? Ora, porque estou há uma semana pentelhando minha namorada a assistir esse filme comigo.

Será que…?

Não! Não tem nada de errado não!!!

Enfim consegui convencer, ontem fomos assistir ao filme e que filme, me surpreendeu, imaginava outra coisa, imaginava mais dramalhão, cheio de lágrimas e tal, que nada. Suspense daqueles que a gente gosta.

A doença da dançarina deixa a gente mais doido que ela. Quando o filme acaba tudo está desconstruído. Toda aquela história contada é colocada em xeque.

Baita filme, baita atriz.

Quem não assistiu e não pretende por não gostar de Ballet, ou por ser macho demais… Eu digo uma coisa..

Vá!

Esqueça o Ballet, apesar de o filme tratar disso. Vale à pena!!

Depois do filme um Chopp também é válido, para discutir a confusão causada.