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Devolvam-no nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.

17 mar

Existe algo que combine mais com futebol do que uma cervejinha gelada? Vamos falar sério, porque tirar esse nosso privilégio quase sagrado, devolvam-no nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.

Não podemos nós, meros torcedores pagar por meia-dúzia de baderneiros, nós homens de família, trabalhadores e pagadores de nossos impostos, também curtimos uma geladinha. E essa meia-dúzia não deixará de bardenar por falta de bebida, de onde vocês tiraram isso?

Além de tudo isso todos sabemos que a bebida está lá, não para os meros mortais, mas nas áreas Vips, o Olimpo dos amigos dos amigos de alguém, esses nunca sofreram com essa lei seca absurda.

E quanto nós lá estamos, naquele calor do Saara, torcendo por nossa esquadra, não podendo molhar a garganta, sedenta, pela cevada. O que resta há essa pobre mortal? É comer (beber) tudo lá fora, e entrar no estádio mais melado que coluna de pão doce.

Quando os nossos onze heróis (ou algoz) vão mal das pernas, o técnico desesperado a beira do campo não sabe o que fazer, se troca o Azeitona e coloca o Maizena, tenta a vitória ou fica no empate, e nesse momento que a loira nos falta dentro do caldeirão, devolva-nos o nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.

 

Sim Isso é Rap.

23 jan

“Freguês da Meia Noite”
Criolo

Meia Noite
Em pleno Largo do Arouche
Em frente ao Mercado das Flores
Há um restaurante francês
E lá te esperei
Meia Noite
Num frio que é um açoite
A confeiteira e seus doces
Sempre vem oferecer
Furta-cor de prazer
E não há como negar
Que o prato a se ofertar
Não a faça salivar
Num quartinho de ilusão
Meu cão que não late em vão
No frio atrito meditei
Dessa vez não serei seu freguês
Meia Noite
Num frio que é um açoite
A confeiteira e seus doces
Sempre vem oferecer
Furta-cor de prazer
E não há como negar
Que o prato a se ofertar
Não a faça salivar
Num quartinho de ilusão
Meu cão que não late em vão
No frio atrito meditei
Dessa vez não serei seu freguês.

 

Criolomicida.

17 nov

Nas últimas semanas dois rappers estão em destaque no cenário musical, são eles; Criolo Doido e Emicida. Ambos estão mostrando uma nova cara o rap nacional, que já estava muito “RACIONALIZADO”, a pegada agora é outra, de protesto sim, mas com palavras mais digeríveis e menos apologias .

O Emicida chega há musica com um discurso, “Nem que no fim eu diga; A rua sou EU”, mas essa ideologia está começando a se perder com o passar do tempo. Então tu tais falando que o Emicida é um vendido? – Não! Pois não vejo mal algum estar na mídia, levando aquilo que você acredita. Ele ainda não misturou o rap com sampa e cantou o lai-a-lai-a para gringo aplaudir. Como uns e outros. Mas certamente sua vertente e mais o hip/pop/hop. Como podemos ver nesse vídeo clipe, que tem uma total referencia dos Beasties Boys. (Esse clipe tem a participação do Criolo).

Sacaram? Esse estilo do Emicida é muito vendável, justamente o que a TV procura. Torno a repetir isso é um ótima. É um puta vídeo clipe, bem fotografado e dirigido. É justamente o que faltava, manda vê Emicida.

Já o Criolo é mais raiz, ele se preocupa com o que estão em volta, suas músicas sobre o que cerca ele, ou seja a periferia de São Paulo, os todas as “perifas e suburbios” do Brasi, “mexeu com nós assim, tô forte. Tô com a favela tô forte”.

O Criolo vai sempre de encontro com essa raiz, mas periferia da coisa, um lado do Hip Hop meio perdido já há algum tempo, estava muito “politico” e menos humano. É é justamente isso que ele (Criolo) tenta retomar, Ainda há tempo.

Então é isso. Criolo e Emicida tentando dar um nova cara ao rap nacional, espero que venham mais nessa leva.

 

Webprograma Fazendo a Social.

27 set

O nosso blog não é apenas um lugar para quando bebermos(um pouco) escrevermos aquilo que nos da na cabeça. Mas seria muito bom se fosse isso.

Procuramos compartilhar vídeo, fotos, músicas, ilustrações, pensametos e etc., dessa forma vou compartilhar algo muito legal que achei na Web, um webprograma de nome “Fazendo a Social”, sabe aquele formatinho de programa social? AMAURY JR. Então esse!

Só que nosso amigos não vão em festas chiques da High Society. Eles vão é na periferia. No churrasco, festa de casamento, feijoada e etc. O que descreve esse apresentador é o misto do Amaury com o Regina Casé.

Mas o que esse webprograma tem haver com o dose? TUDO! Onde podemos encontrar a melhor festa, com cerveja a vontade, música por noite a dentro, onde? Onde? Na pefireria!

Sabias palavras do Eduardo Bezerra (apresentador do Fazendo a Social), quando ele diz no teaser: “Amaury Jr, quero ver tu encarar um sarapatel como eu encaro!”. Hilário!

Vale a pena conferir! Com vocês o webprograma ‘FAZENDO A SOCIAL’.

 
 

Hoje é o dia dela.

13 set

Eis o dia dela,

A rainha branca do nosso tabuleiro. Onde como meros peões a protegemos com toda a vontade, pois é somente nós, tropicalientes, que sabemos a degusta-la.

“Qual a bebida nacional?” Indaga o curioso. Respondo-o sem pestanejar. A CACHAÇA!

Enquanto o francês desfila com o seu champanhe, o Russo com sua vodca, o italiano com o seus vinhos nós bebemos algo muito mais forte, bebida de macho como diz meu Pai.

De onde vem o termo AGUARDENTE? Só não vale o lula responder, nosso ex-presidente é especialista. Vamos testar nossa sabedoria, vamos atrás da história brasileira. Quem sabe responder?

Foi lançado o desafio.

 

Referências e Influências.

19 jul

Todo mundo tem seus diretores favoritos, o Tarantino é um dos meus, junto ao Woddy Allen, Scorsese, Godard, Fuller e Almodóvar.

Acho que o cinema desses 5 caras me influenciam muito, a sempre a referencia de um deles em meus roteiros.

Então nos questionamos, é plagio ou apenas a referência? Nada se cria tudo se copia? Não, tudo se modifica.

O Tarantino é o campeão quanto trata-se desse assunto, ele consegue fazer inúmeras referências em seus filmes. O último “Inglórios Bastardos”, conta com o título da película de Enzo G. Castellari, um grindhouse de 1977. Confira o trailer.

Seguindo essa linha Tarantino promete seu novo filme, Django Unchained, pegando emprestado o nome de um dos maiores protagonista dos famosos Western Spaguetti.

Kill Bill, um dos clássicos desse cineasta, Pop/cult, bebeu da fonte de inúmeros filmes. Como podemos perceber nesse vídeo.

É galera um dos maiores diretores dessa geração não passa de um parafraseador, ele junta tudo que considera interessante, e coloca um uma história completamente louca, ele não comete um plagio, simplesmente homenageia aquilo que ele considera bom.

 

E se liberar?

06 jul

Libera uma coisa e proíbe a outra. Nós humanos sempre vamos arranjar um jeito de ganhar dinheiro com as coisas ilegais, ôôô “racinha” essa a nossa.

A grande discussão é a respeito da liberação da Maconha, muitos são a favor, muitos contra e aquela coisa toda… Dai nos perguntamos “E se liberar?”.

Se liberar a maconha, passarão a vender sacolinhas plásticas, é isso mesmo! A sacolinha hoje está para ser proibida e extinta dos lares brasileiros, pelo menos no estado de São Paulo, mas como SP quem dita a regra, então…

O rapaz vive à margem, sem estudo e tudo aquilo que ouvimos todos os dias, a única opção é o crime, mas o cabra é medroso, não tem “apetite para pegar o ferro e meter na cara dos playboy”, então lá vai ele traficar sacolinhas plásticas. E o típico dialogo seria esse.

- E ai tia, tem de 5 e de 10.
- Da boa?
- Coisa fina tia…
- Fina?
- Opa foi mal, modo de falar…
- Três Cocas?
- Guenta firme, ainda leva uma de 600ml.
- Essa é boa…
- Bota boa nisso chefe.
- Importada?
- Da França.
- Carrefour?
- Exato tia.
- Quantas no pacote?
- 50.
- Eram 100.
- Mais agora é 50, regra do patrão.
- Caralho você vicia agente e depois sobe o preço.
- O preço não subiu, foi a quantidade que caiu…
- Beleza. Quero um pacote de 10.

Então o Traficante entregara um pacotinho com sacolas plásticas para o “usuário”. E companheiros, acho que a situação nunca vai mudar.

 

Tentando entender o suicida árabe.

03 jul

O que leva uma cara roubar um avião e dar de cara em um prédio? Ou amarrar um monte de explosivos no barriga? Ou qualquer outro idiotice contra as pessoas e sua própria vida.

a) A crença em Ala? b) Um louco no poder (Bin Laden)? c) A vida que esse cidadão levou?

Quem optou pela última alternativa acertou na mosca. O cabra que se mata por aquele lados tem desde criança alguns estímulos, bastante aceitáveis. (Não estou falando que está correto, politicamente corretos de plantão).

Vamos lá pontuar alguns desses incentivos, (tudo extraído daqueles e-mails que achamos que é SPAM).

No mundo árabe é proibido: fazer sexo antes do casamento, tomar bebidas alcoólicas, ir em bares, ver televisão, usar internet, esportes, estádios e festas com mulheres, tocar buzina, comer carne de porco, música; somente religiosa, ouvir rádio e barbear-se.

É pouco? Agora as condições de vida do árabe; comer carne de burro cozida sobre bosta de camelo, as mulheres usam burka, ou seja não dá para ver nem a cor dos olhos das mulheres árabes, a esposas são escolhidas por outros, e o rosto só é visto na procriação, o sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com mulher de shake.

Reilgão: rezar para Ala das: 6h às 9h, das 12 às 15h das 16h às 18h e das 21 às 00h.

Temperatura: Básica nesses países é de 45º a 58º e para economizar de água só se pode tomar banho uma vez por mês, lavar somente as parte mais sujas (os pés).
E por fim, ensinam que, quando você morre vai para o “paraíso” onde terá tudo que sempre sonhou.

E ai galera? Que você dizem? Olhando desse lado dá ou não dá para tentar entender esse cara?

 

PROIBIDO PROIBIR

26 jun

5 doses.

Ontem revi, sem querer, o filme de Jorge Durán, “Proibido Proibir”. Tinha esquecido o quão bom é esse filme. A primeira vez que vi a película foi em uma oportunidade impar no festival de cinema de Cuiabá, em 2007.

O filme conta a história de três jovens, Leon (Alexandre Rodrigues), Paulo (Caio Blat) e Letícia (Maria Flor, sempre linda. É minha paixão platônica). Ambos cursando a faculdade, naquele momento mágico da juventude, em pleno vapor aos 20 e poucos anos. Naquele período de instabilidade e liberdade.

Em sua narrativa simples Durán coloca os personagens em conflitos humanos, mas para um documentário do que para uma ficção, cotidiano puramente fiel, ele adora filmá-los ouvindo uma música, sala de aula, entre os livros e calçadas do subúrbio de Rio.

Como o nome do filme sugere; “Proibido Proibir”, então o destino será entregue e de nenhuma maneira Proibido a eles, e quando se retiram de seu dia-a-dia calmo de universitários e saem um “pouco” da linha, as coisas em si começam a complicar, e o diretor, que tem muito mais experiência e reconhecimento com roteirista, consegue de forma brilhante traspor, aquilo que em um bom roteiro não pode faltar, a virada para os conflitos físicos, que por sua vez se tornam internos.

Proibido Proibir também diz muito sobre amizade, pode soar meio clichê, a amizade e três amigos estudantes no Rio, mas prometo que não tem nada haver com o que estamos acostumados, Malhação e etc. Torno a repetir o diretor e bem fiel a conflitos humanos. A complexidade e cumplicidade são latentes desde o primeiro a os últimos minutos. Mesmo com todos os problemas e infortúnios e ideais feridos; entendemos que o Proibido Proibir perpetuará por muito tempo dentro de cada personagem.

 
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Tá faltando inspiração.

14 jun

Tá faltando alguma coisa?

Acho que é inspiração, apesar do blog ter esse nome. As coisas, ultimamente, estão difíceis. Sabe quando não sai uma gota de pensamento? Quando sentamos na frente do Note e falamos “Agora virá um puta texto”, e não vem nada?. Então as coisas estão assim.

Queria ser igual a o Woody Allen, ter uma ideia boa em nada minuto, só que querer não é poder. Infelizmente!

A inspiração é algo que poderia ser fácil, como comprar pão na padaria.

“Hoje não queria ser nada, apenas o vento” Essa frase é filosófica né? Nem pensei para escrever, queria poder dar sentido a ela, criar uma frase de efeito não é dificil, o complicado é dar um sentido. (Inspiração)

Por isso que digo está (faltando inspiração para) explicação, há um tempo atrás era quase automático, vinha a ideia e o sentido, dai cara argumentava até com Deus, era inspirador.

Queria poder escrever algo legal para vocês, mas ficarei devendo. Somente um pensamento, de que está faltando alguma coisa. Inspiração! Não só para eu, mas para o mundo. As coisas estão cada dia mais iguais.